Estudante brasileiro estabeleceu parcerias, reuniu informações e criou o serviço de suporte a brasileiros durante o período de estudos na Bolívia

Da Redação

medicina na Bolívia

Aula de medicina com alunos brasileiros em universidade boliviana.

Estudar fora do Brasil é um sonho que faz a cabeça de muitos estudantes, especialmente por causa do aprendizado ou aperfeiçoamento de uma nova língua e a experiência cultural que proporciona. Mas pode ser muito mais do que isso e ainda representar uma economia significativa ao longo de todo o curso, principalmente quando se fala da faculdade de medicina, uma das mais caras do Brasil. Nesse caso, a maior atração para os brasileiros é a Bolívia. Lá o curso é considerado de alto nível, com excelentes profissionais atuando em diversos países e o ingresso na universidade de medicina dispensa o rigoroso exame de vestibular. E ainda dá tempo para se matricular para este semestre até o mês de março.

Uma mensalidade do curso de medicina custa a partir de 260 reais nas melhores universidades. Para o curso inteiro, levando-se em conta gastos com livros, equipamentos e moradia, isso pode representar uma economia de 80% em relação ao preço do Brasil. E esse é um dos principais motivos que leva muitos brasileiros a escolherem a Bolívia. Algumas universidades de lá estão passando pelo processo de acreditação junto ao Mercosul – isso assegura critérios regionais de qualidade de cursos de graduação e as equipara as melhores universidades dos países que fazem parte do Mercosul.

Por experiência própria, o estudante de medicina Esdras Oliveira, que está em sua terceira graduação, aos 42 anos de idade, garante que é perfeitamente possível estudar na Bolívia, mas é preciso estar preparado para que o sonho não se transforme em pesadelo.

É que alguns “espertinhos” resolvem cobrar valores absurdos dos estrangeiros por serviços que custariam bem menos, como o aluguel da casa, a corrida do táxi, a refeição no restaurante. A prática tende a se tornar lucrativa – estima-se que há cerca de 8 mil estudantes brasileiros em Santa Cruz de La Sierra. A grande maioria estuda medicina ou engenharia de petróleo. E para quem já possui graduação na área da saúde, o curso de medicina pode ser reduzido de 6 para 4 anos, mediante convalidação de disciplinas.

Foi pensando nisso que Oliveira agregou à ONG Voz da Vida, que ele já havia criado há alguns anos, o serviço de assessoria para estudantes brasileiros interessados em estudar medicina, odontologia, arquitetura, engenharia de petróleo ou qualquer outro curso superior na Bolívia. O serviço de assessoria inclui: matrícula na universidade, checagem da documentação necessária, recepção no aeroporto e encaminhamento para hotel ou local de hospedagem escolhido pelo estudante, completa assessoria jurídica, acompanhamento na locação de imóvel, seguro de saúde, indicação de taxistas que cobram o preço justo, advogados para possíveis problemas com a polícia ou imigração boliviana, suporte para solução de questões acadêmicas e informações sobre a universidade boliviana que mais facilita a obtenção do CRM para quem deseja exercer a medicina no Brasil.

Com todo esse suporte, a ONG Voz da Vida pretende contribuir para que o período de estudos no exterior seja o mais agradável possível, sem surpresas ou imprevistos, tendo acesso a serviços de confiança que podem evitar traumas e prejuízos.

Toda a facilidade oferecida pela ONG visa proteger o estudante brasileiro na Bolívia e dar segurança aos familiares que ficam no Brasil.

Para ter acesso aos profissionais parceiros e todas as demais informações que a ONG disponibiliza por meio dessa assessoria, o estudante paga uma taxa de associação única e anual, que visa colaborar com os custos da estrutura da ONG e pesquisa de campo.

Site: www.vouprabolivia.com.br  E-mail: contato@vouprabolivia.com.br

Usuários podem indicar ONGs para serem beneficiadas com divulgação gratuita ou destinação de verba

A rede social Woco News, lançada oficialmente no dia 30 de junho, Dia Mundial da Rede Social, nasceu com foco na responsabilidade social. Os donos de perfis podem indicar ONGs para receberem espaço gratuito de publicidade, ou destinação de verba de anunciantes solidários.

Alan Lima, criador da Woco News

Alan Lima, criador da Woco News

Segundo o criador do projeto, o baiano Alan Lima, a ação irá beneficiar muitas instituições humanitárias, com visibilidade gratuita e com parte da receita publicitária da rede social. “A seleção das instituições a serem beneficiadas será responsabilidade dos próprios usuários da rede social. Assim, podemos nos certificar de colaborar com projetos sérios”, explica o jovem empreendedor.

Até o lançamento oficial, a Woco News (World Community News) já contava com mais de 20 mil perfis cadastrados. E continua crescendo rapidamente. Com foco em notícias e negócios, outra inovação exclusiva é a participação direta do usuário na administração de 30% do espaço destinado à publicidade na comunidade. “É o dono do perfil quem decide o que e por que valor anunciar em 30% dos espaços determinados”, revela Alan Lima.

Adaptada ao idioma português, a Woco News dispõe de 255 toques para texto, além de foto e vídeo no mesmo espaço.

Endereço: www.woconews.com

Na web as pessoas buscam conteúdo e através dele o empreendedor pode tentar criar ambientes lucrativos, com vendas e ofertas ajustadas aos grupos sociais.

Por Roberto Soares Costa*

A internet apresenta uma variedade de nichos de mercado que podem se transformar em negócios bem sucedidos se devidamente explorados.

Dentre tantas oportunidades já desenhadas com a transformação cultural destacam-se os mercados de nicho.

empreendedorismo dentro deste cenário se mostra favorável, desde que oempreendedor faça uma análise e descrição de cada área que deseja atuar. Ou seja, desenvolver um planejamento adequado para cada nicho.

Um negócio bem estruturado pode se tornar uma cadeia de negócios lucrativos. Há muitas técnicas e estratégias utilizadas para se obter sucesso, contudo todas elas exigem comprometimento.

Dedicação

O conselho é trabalhar com aquilo que se gosta, ser apaixonado. Bons exemplos disso são os blogs de torcida de futebol. O empreendedor apaixonado divide com seus pares sentimentos, entusiasmo, notícias e tudo mais relacionado ao seu time do coração. Com isso cria uma legião de seguidores, leitores, simpatizantes, que interagem com a mesma paixão, criando assim um nicho de mercado insaciável.

Quanto mais recebem, mais querem, mais necessitam desse relacionamento. A audiência cresce e a possibilidade de “alimentar” esse público fiel e interessado com novos produtos pode ser a jogada.

É nessa hora que o empreendedor deve entrar em campo novamente, analisar seu negócio e identificar se ele pode transformar o projeto em algo realmente lucrativo.

O torcedor quer informação sobre seu time, quer dar opinião, quer se fardar. É o caso do blog gaúcho Grêmio Copero, que conquistou sua torcida e enxergou possibilidades de vitória.

Além da venda de anúncios, há receita na venda de produtos temáticos. A identificação de consumidores gerou um novo negócio que pode ser um passo para outro e mais outro negócio. Estas possibilidades emergem à medida que se constrói um relacionamento entre o público e o canal.

Na internet os canais de informação, de relacionamento e lojas eletrônicas precisam inovar, ampliar e oferecer mais para esses grupos sociais.

Diferentemente do ambiente físico, onde os clientes não visitam os locais com a mesma frequência que podem visitar no ambiente online, principalmente aqueles fiéis que acessam as páginas favoritas quase que diariamente, são demonstrados anseios, expectativas e motivações diferenciadas.

Para satisfazer esses nichos é preciso mudar a “vitrine” constantemente, criar ambientes temáticos. Por isso a importância de escolher o nicho certo e principalmente estar inserido nele, reconhecer os desejos de consumo de tal mercado e oferecer no momento certo e de forma certa.

A relação entre o empreendedor e o seu público alvo torna-se verdadeira e aproximação acontece mais naturalmente.

Outro exemplo pode ser o caso de uma mãe, educadora, pedagoga, apaixonada pelo que faz e pelo que é, que resolve escrever sobre assuntos relacionados à criança, educação, maternidade, família e dividir com pessoas também interessadas nos temas.

Por consequência, seu canal começa a crescer em audiência e lá já se vê uma ciranda de milhares de pessoas de mãos dadas em um relacionamento de afinidades e interesses comuns, cantando as mesmas cantigas. São outras mães, pais, educadores e profissionais participando e se envolvendo.

Neste cenário, com uma visão empreendedora, se inicia o negócio, se vê a possibilidade de realizar vendas, ofertar produtos segmentados e tornar seu canal lucrativo. Então o que vender? Livros, CDs e DVDs infantis, roupas, entre outros.

Espaços para publicidade segmentada de escolinhas, clínicas pediátricas, cursinhos e muito mais. Até mesmo se tornar parceiro de uma rede de conteúdos, potencializando assim o ganho através da publicidade veiculada por estes grandes parceiros.

Uma boa exemplificação para isso é o Google, que através do recurso Adsense, veicula anúncios relacionados com a temática do seu canal de comunicação, blog ou site. O Google efetua o pagamento para os parceiros de acordo com as conversões, cliques nos anúncio que forem gerados a partir do canal.

O conteúdo escolhido para se trabalhar, originará o seu grupo de relacionamento, o seu nicho de mercado. E daí em diante inicia-se a análise empreendedora. Quais as oportunidades que existem por trás desta abordagem? Qual o objetivo de quem consome estes conteúdos e quantas oportunidades existem por trás desta entrega de conteúdo?

Certamente o empreendedor que investe tempo informando, pode vender anúncios, link de produtos, ou até mesmo vender algum serviço ou produto próprio a partir da vitrine gerada pelo conteúdo vinculado.

Observa-se que na web as pessoas buscam consumir conteúdo, procuram por assuntos específicos, e com isso é possível realizar vendas, entregas de ofertas ajustadas para seu grupo social. Pois cada nicho tem seu mercado formado pelos perfis e objetivos dos seus componentes.

É neste ambiente que aqueles que estão vendendo, distribuindo ou divulgando tem a chance de alavancar negócios, construir marcas e ganhar terreno. O campo é grande, desafiador, competitivo. Então é jogar com vontade, chutar com força e bola na rede.

*Roberto Soares Costa (robertocosta.gp@gmail.com) foi cofundador da Iworks Internet Solutions, em 2001, membro do conselho diretor da Brivia até sua aquisição pelo GAD, quando se tornou Gad’Brivia, onde atuou como gerente de projetos. Atualmente desenvolve suas qualificações como consultor independente em posicionamento digital, conteúdo e marketing.

Fonte: [Websinder]

Alessandre Trintim* e
Eduardo Toledo Santos* *

Alguns gestores de empresas de engenharia e construção civil ainda têm a idéia de que investimento em tecnologia da informação significa computadores, internet e apenas programas como CAD. Essa ligação existe, é claro, porém o desenvolvimento da gestão vai muito além. Cada vez mais a tecnologia passa a ser instrumento de gestão organizacional, deixando de ser vista como um diferencial competitivo para se tornar uma necessidade.

Muitos profissionais da área já começam a trabalhar com o conceito de BIM, ou Building Information Modeling que pode tanto ser visto como uma representação das características físicas e funcionais do empreendimento (um modelo digital do edifício), como também um processo onde se utilizam tecnologias da informação em todas as fases do ciclo de vida da edificação para promover a colaboração e utilização eficiente da informação produzida.  O desenvolvimento de projeto com tecnologias BIM permite que alterações sejam feitas com agilidade, com plantas e seções atualizadas automaticamente , bem como extração de quantitativos, etc.

Agora, mais do que nunca, enxerga-se a importância da evolução dessa relação entre TI e construção civil: o mercado está aquecido. Porém não é um simples aquecimento. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que, em 2010, esse setor pode movimentar R$ 202 bilhões e somar 2,4 milhões de empregos formais; a previsão é que esse crescimento se intensifique ao longo da próxima década, principalmente por conta das obras para a Copa do Mundo de 2014,  Olimpíadas de 2016, plano econômico do Governo Federal – Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), com R$ 278,2 bilhões para habitação, incluindo o programa Minha Casa, Minha Vida, além de linhas de crédito, etc. São investimentos para melhorias no transporte público e nas ruas, no setor hoteleiro, reforma de aeroportos, restaurantes e bares e nos estádios, todos atendendo exigências da FIFA e da Confederação Mundial dos Jogos Olímpicos. São previstos investimentos de 20 bilhões de dólares por ano entre 2011 e 2021, sendo que a porta de entrada será a construção civil, que também ficará com a maior fatia do investimento.

As empresas da vertical de EC&O (engenharia, construção e operações) precisam se preparar adequadamente para melhorar, entre outras coisas, a gestão de seus projetos, ativos, relações com fornecedores e seus sistemas financeiros de apoio a gestão. Já estamos vivendo tempos onde projetos tornam-se cada vez mais complexos e informações circulam cada vez mais rápido. Um ciclo apropriado para integrar, analisar e distribuir informações já é necessário para garantir a perpetuação do negócio. Quem é que não precisa baixar custos, aumentar a lucratividade e, cada vez mais, atender a rígidos padrões de governança corporativa?

Esse setor está com uma enorme carência de profissionais especializados. Essa lacuna vai desde pedreiros até engenheiros, ou seja, atinge todas as etapas de uma obra, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon SP).

Como um gestor pode dar conta de uma demanda crescente, mas não diminuir a qualidade do serviço prestado e, ainda, respeitando o timming de entrega das obras? Essas respostas estão na TI e, especificamente para a sua gestão, no Enterprise Resource Planning (ERP).

Certo, mas em que aspectos o ERP pode salvar minha gestão? Muitos irão pensar que já possuem essas soluções e que lidar com mudanças na cultura da empresa, além de bancar a implementação, pode ser desperdício de tempo e dinheiro. O que falta, no entanto, é dimensionar os ganhos que o ERP é capaz de trazer no médio e longo prazo para um crescimento sustentável. É importante frisar que este tipo de investimento não é apenas para maximizar retorno nos momentos prósperos do mercado, mas principalmente para garantir a sobrevivência durante os momentos de baixa ou estagnação.

De forma prática podemos considerar cinco objetivos principais para a atuação de um ERP:

- Controles financeiros, cruzando informações, trazendo indicadores, simuladores de cenário, fluxo de caixa, realizando planejamentos e orçamentos;

- Controle de políticas e padronização, utilizando informações centralizadas para uma maior eficiência financeira e operacional, assim como previsões mais exatas;

- Informações em tempo real para facilitar a distribuição inteligente de recursos, maximizando a produtividade;

- Funções de aprimoramento de compra, supply chain e manutenção, através de uma melhor gestão de relacionamento com o fornecedor;

- Gestão completa, física e financeira, do ciclo de vida de projetos.

Os resultados são diversos, refletindo, inclusive, nas tomadas de decisões: com a diminuição da burocracia e do tempo para fazer lançamentos e procura de dados, a obra apresenta um fluxo mais contínuo e independente, acelerando todas as suas etapas. Há pesquisas acadêmicas que mostram que uma empresa com a TI estruturada pode diminuir em até 30% os custos e o tempo de entrega de uma obra se comparada com uma que não possui.

Situações de alto risco, porém, oportunas, que exigem velocidade na tomada de decisão podem trazer a tona a vantagem de se ter um ERP. Por exemplo, em uma fusão ou aquisição. Outro cenário um pouco mais comum, mas não muito menos complexo, são as adequações fiscais e legais. De forma mandatória e geralmente com prazos curtos, as empresas têm que se adequar a novas formas de contabilização e apresentação de resultados, por exemplo.

E o ERP? A empresa pode ter que solicitar mais recursos, contratar novos profissionais, produzir novos relatórios, comunicar os setores envolvidos sobre as mudanças, atender a rigorosos critérios de Compliance e Governança Corporativa, realizar análises financeiras complexas, adequar processos e políticas existentes e também adicionar novas informações entre outras atividades que podem variar de acordo com o setor e cargo. Essa é a função do ERP: fazer rapidamente, e com economia, o que poderia levar dias, além de diminuir os riscos de perda de informações e recursos.

Que fique claro: o modelo simples com que muitas empresas trabalham pode ser, sim, eficaz, porém está mais vulnerável a erros, demoras e desperdícios, além da perda de informações e oscilação da produtividade. Mas é preciso deixar claro que esse setor precisa se desenvolver como um todo e a TI pode ser a base para a solidificação e crescimento harmônico da empresa.

*Alessandre Trintim é diretor da Essence, empresa de consultoria e outsourcing, especializada em Tecnologia e Informação para negócios e **Eduardo Toledo Santos é professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Loja oferece cursos gratuitos para auxiliar falta de mão de obra qualificada

Curso visa suprir carência do mercado

Curso visa suprir carência do mercado

Inovação e ousadia. Essas são as palavras de ordem do momento, no mercado da construção civil. O otimismo se justifica. O Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) estima que o segmento no País tenha uma expansão de 8,8% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2010.

Só no setor imobiliário residencial, um dos mais beneficiados, os investimentos serão da ordem de R$ 202 bilhões neste ano. Na geração de empregos, a previsão também é positiva: a perspectiva é de que as vagas com carteira assinada aumentem 8%, chegando a 2,4 milhões de empregos formais, cerca de 180 mil postos a mais do que em 2009. Não há duvida que o cenário é positivo, mas ainda falta mão de obra qualificada.

Pensando nisso, a loja de material de construção Conibase oferece cursos gratuitos na área. Ricardo Adachi, diretor-executivo da Conibase, explica que a iniciativa visa qualificar a nossa mão-de-obra melhorando a qualidade de vida de todos e do Brasil. “Temos orgulho em proporcionar cursos de especialização para aquelas pessoas interessada em aprender, mas que não possuem condição “financeira”. Isto proporcionará no futuro bons frutos tanto para os profissionais quanto para os consumidores que fazem reformas”.

Os cursos são oferecidos segunda à quinta-feira, das 18h às 20h30, são geralmente apostilados e o profissional recebe certificado de participação quando completa as aulas de um determinado módulo. O participante não paga nenhuma taxa e também não precisa levar nenhum material, pois a loja oferece tudo. Para participar basta fazer a inscrição pelo telefone ou chegar no local com uma antecedência de 30 minutos, são 60 vagas e estão sujeitas a lotação. Para mais informações o interessado pode entrar em contato pelo telefone (11)2141.2299 ou através do cursos@conibase.com.br

Em setembro serão oferecidos também dois cursos aos sábados. Confira a grade e horários abaixo:

01/09 (BUTANTÃ) – Dimensionamento de Condutores Elétricos Residenciais
02/09 (GRANJA VIANA) – Verniz para Madeira
08/09 (BUTANTÃ) – Dispositivos de Proteção Elétrica
09/09 (GRANJA VIANA) – Colocação de Cerâmica
11/09 (GRANJA VIANA / Sábado das 14h às 16h30) – Como conquistar clientes 13/09 (BUTANTÃ) – Matemática na Construção Civil
14/09 (BUTANTÃ) – Esgoto Predial (Dimensionamento e Prática) TIGRE
15/09 (GRANJA VIANA) – Tipos de Reboco
16/09 (GRANJA VIANA) – Microcrédito – Crédito para Pequenos Empreendedores 20/09 (BUTANTÃ) – Paredes, vãos livres e Esquadrias
21/09 (GRANJA VIANA) – Uso e Indicação de SekaPiso
22/09 (BUTANTÃ) – Solucionando Problemas de Hidráulica DECA (NOVO)
23/09 (GRANJA VIANA) – Drenagem Predial TIGRE
25/09 (BUTANTÃ / Sábado das 14h às 16h30) – Como conquistar clientes
27/09 (GRANJA VIANA) – Fios e Cabos Elétricos de Baixa Tensão SIL
28/09 (GRANJA VIANA) – Efeitos Decorativos SUVINIL
29/09 (GRANJA VIANA) – Solucionando Problemas de Hidráulica DECA (NOVO)
30/09 (BUTANTÃ) – Preparo de Superfícies para Pintura SUVINIL (NOVO)

Unidade Butantã: AV. ELISEU DE ALMEIDA, 3100
Unidade Granja Viana: ROD. RAPOSO TAVARES, 21450, KM 21,5


O Blog Valorize Seu Dinheiro vai sortear o livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos da Editora Gente. O livro de Gustavo Cerbasi aborda temas que envolvem desde dicas para presentear seu amor gastando menos até como lidar com a herança de família. O autor sugere que uma vida feliz é feita de planejamento e objetivos.

O sorteio será feito pelo Twitter do blog. Para concorrer, basta seguir e responder a pergunta: “Por que você quer ganhar o livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos?” O sorteio será feito no dia 20 de setembro pelo endereço www.twitter.com/vsdinheiro

Motivação é um processo endógeno, responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para atingir uma determinada meta. Você é motivado por realização, poder ou afiliação?

“Nós sabemos o que somos, mas não o que podemos ser.”
(Shakespeare)

Tom Coelho
*

Vamos colocar de lado o conceito equivocado de que motivação, no mundo corporativo, significa bônus salariais, promoções, eventos festivos, palestras-show e tapinhas nas costas. Embora importantes e desejáveis, profissionais responsáveis sabem que estes são aspectos apenas estimuladores de um comportamento proativo.

Motivação é um processo endógeno, responsável pela intensidade, direção e persistência dos esforços de uma pessoa para atingir uma determinada meta. A intensidade está relacionada à quantidade de esforço empregado –muito ou pouco. A direção refere-se a uma escolha qualitativa e quantitativa em face de alternativas diversas. E a persistência reflete o tempo direcionado à prática da ação, indicando se a pessoa desiste ou insiste no cumprimento da tarefa.

Teorias comportamentais

Muitos são os estudos acadêmicos envolvendo teorias comportamentais. Abraham Maslow e a Teoria da Hierarquia da Preponderância das Necessidades, Burrhus Skinner e a Teoria da Modificação de Condura, Victor Vroom e o Modelo de Expectância, Julian Rotter e a Teoria da Aprendizagem Social, Frederick Herzberg e Teoria dos Dois Fatores, Douglas McGregor e a Teoria X e Y, e mais recentemente, Mihaly Csikszentmihalyi e a Experiência Máxima ou Flow.

Enfim, há uma série de outros autores dignos de menção, mas meu intuito aqui não é fazer um tratado acadêmico. Aliás, falar de teoria no mundo corporativo é falar de fumaça. Esta introdução foi apenas para apresentar um último nome que tem uma grande contribuição prática para ser apreciada: David McClelland, psicólogo da Universidade de Harvard, com a Teoria das Necessidades.

Três bases motivacionais

McClelland identificou três necessidades secundárias adquiridas socialmente: realização, afiliação e poder. Cada indivíduo apresenta níveis diferentes destas necessidades, mas uma delas sempre predomina denotando um padrão de comportamento.

Pessoas motivadas por realização são orientadas para tarefas, procuram continuamente a excelência, apreciam desafios significativos e satisfazem-se ao completá-los, determinam metas realistas e monitoram seu progresso em direção a elas.

Indivíduos motivados por afiliação desejam estabelecer e desenvolver relacionamentos pessoais próximos e pertencer a grupos. Cultivam a cordialidade e o afeto em suas relações e estimam o trabalho em equipe mais do que o individual.

Finalmente, aqueles motivados pelo poder apreciam exercer influência sobre as decisões e comportamentos dos outros, fazendo com que as pessoas atuem de uma maneira diferente do convencional, utilizando-se da dominação (poder institucional) ou do carisma (poder pessoal). Gostam de competir e vencer e de estar no controle das situações.

Meu convite é para que você reflita, respondendo a si mesmo: onde me encaixo? É provável que você goste de ter o controle, deseje realizar coisas, tenha prazer em competir, estime cultivar relações pessoais. Mas observe como há um padrão dominante. Se eu solicitar a uma plateia que todos cruzem os braços, algumas pessoas colocarão o braço direito sobre o esquerdo e vice-versa. Se eu solicitar que invertam estas posições, todos serão capazes de fazê-lo, mas seguramente sentirão certo desconforto. Assim são as preferências: tendemos a optar por alguns padrões. Você tem uma base motivacional preponderante.

Teoria aplicada à prática

Em minha carreira como empreendedor e consultor, muitas vezes questionei-me por qual razão certas organizações fracassavam. Deparei-me com modelos de negócios fantásticos que não geravam resultados. Encontrei empresas lucrativas que definhavam devido à incompatibilidade entre seus sócios. Observei executivos talentosos, porém sem brilho nos olhos.

Hoje, à luz da Teoria de McClelland, passei a ter a visão menos turva. Consigo compreender que para uma empresa lograr êxito é preciso a praticidade e o foco de pessoas motivadas pela realização, a liderança e a firmeza de indivíduos motivados pelo poder, a sinergia e empatia daqueles motivados por afiliação.

Quando as empresas perceberem isso, será possível encontrarmos pessoas mais felizes trabalhando pelo simples fato de estarem posicionadas nos lugares corretos. Passarão a gostar do que fazem, pois poderão exercer suas habilidades com plenitude.

Quando os empreendedores perceberem isso, será possível construir sociedades mais estáveis formadas por pessoas que se complementam mais por suas habilidades e anseios e menos por cultivarem apenas relações de amizade. Teremos negócios mais sólidos, gerando mais empregos, sendo mais autossustentáveis.

Quando as pessoas perceberem isso, será possível que passem a abrir mão da necessidade de estarem certas –ou de alguém estar errado– sem abdicar de suas próprias verdades filosóficas ou opiniões mais sensíveis. E passem, a partir deste autoconhecimento, a fazer o que podem, com o que têm, onde estiverem.

* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.

Revista eletrônica “para ser lida sem pressa” mostra o que o sertão tem de melhor

Débora Carvalho

Numa época de jornalismo em tempo real, o jornalista gaúcho José Paulo Borges, 63 anos,  ousa produzir uma revista eletrônica atemporal, a fim de mostrar o que o sertão tem de mais sertajeno. “Um sertão orgulhoso de ser ‘do tamanho do mundo’, como diria Guimarães Rosa. Mas ciente de que muitos tijolos ainda precisam ser assentados na construção de um sertão livre do estigma de miséria e atraso marcado em sua história”, diz o jornalista a respeito da missão do site que acaba de ser lançado por ele: “Sertão Melhor” (www.sertaomelhor.com.br).

A revista traz seções interessantes, como a “Bem dito Chico” – antologia dos melhores textos sobre o Rio São Francisco. Na seção “Turismo”, o destaque da edição do lançamento é a matéria “Nas pegadas do beato Antônio Conselheiro”.  A manchete da matéria principal diz, corajosamente, que quem se omite a respeito da degradação do Rio São Francisco é cúmplice.  Mas também tem o “Sertão Empreendedor”, “Sabores e Saberes”, “Cultura”, e muito mais.

Depois de mais de 30 anos de atuação na imprensa escrita de São Paulo (jornal Última Hora, sucursal paulista de O Globo, do Rio, Agência Estado e Portal do Estadão, entre outros meios impressos e eletrônicos), a paixão por um “Sertão Melhor” só pode ter uma razão:  atualmente o empreendedor (BSJ – Borges Serviços Jornalísticos) gaúcho reside no sertão pernambucano, em Petrolina.

Palestra gratuita indicada a estudantes de moda e interessados; inscrições até o dia 21

Foto: Mauro Stanichesk

Da Redação

No dia 22 de maio, o IED – Istituto Europeo di Design, oferece a palestra “Estratégias de Marketing Digital”, com a filósofa Gina Gotthilf.  O evento acontece às 10h30 e é voltado aos alunos do curso de Master Fashion Marketing and Communication. Para não-alunos, há 20 vagas gratuitas para participação, indicadas a estudantes de moda e interessados. As inscrições estão abertas até o dia 21, no site www.ied.edu.br .  O IED fica na Rua Maranhão, 617 – Higienópolis, São Paulo.

Sobre a palestrante

Formada pela Brandeirs University (Boston), atualmente a palestrante desenvolve estratégias de mídia social para marcas de luxo em Nova Iorque, como Luis Vuitton, Donna Karan, Pucci e NET-A-PORTER.com na Morpheus Media. Gina Gotthilf  já trabalhou em um laboratório de neurociência sociocultural onde estudou os efeitos de relacionamentos interpessoais e de cultura na memória de pessoas jovens e de terceira idade. No Brasil, atuou como consultora de mídia digital na Fox Comunicação.

Sobre o IED

Desde 1966, o IED - Istituto Europeo di Design, desenvolve uma metodologia inovadora e diversificada, centrada na sinergia entre tecnologia e experimentação, criatividade, estratégia e comunicação integrada, aspectos de mercado e tendências das novas profissões. Fundado na capital internacional da moda e do design, Milão, o IED atua no campo da formação e da pesquisa nas áreas de design, moda, artes visuais e comunicação há mais de 40 anos. A expansão de suas sedes continua: Roma (1973), Turim (1989), Madrid (1994), Barcelona (2002) e em São Paulo (2005). Em 2009 já estava credenciada pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura, para instalar a primeira faculdade internacional no Brasil, com os cursos de Design de Produto, Design de Interiores, Design de Moda, Produção Joalheira, Design Gráfico e Produção Multimídia. Atualmente, a faculdade também oferece cursos de graduação e pós-graduação.

IED na Internet

Website – IED Brasil
DesignSampa (Revista on-line produzida pelos alunos, com novidades sobre estilo, tendências, dicas de eventos, design, moda, artes visuais, fotos, reportagens e tudo o que é criativo).

Fonte: MKTMIX
Editado por Débora Carvalho

Da Assessoria de Imprensa

O Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, elaborou um hotsite para a divulgação das palestras e debates ocorridos durante a Cúpula BRIC de Think Tanks: O papel dos BRIC na transformação global após a crise econômica. O evento reúne hoje, no Hotel Mercure Eixo, em Brasília, representantes dos governos e pesquisadores de centros de estudos dos quatro países que discutirão os investimentos estrangeiros diretos, a inovação tecnológica nos BRIC e as instituições da governança global.
No hotsite é possível encontrar todas as informações relevantes sobre o seminário que se encerra hoje e também informações de apoio para interessados em acompanhar a 2ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do BRIC e a 4ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Ibas.
O Ipea é uma fundação pública vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos. Fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais – possibilitando a formulação de inúmeras políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiro – e disponibiliza, para a sociedade, pesquisas e estudos realizados por seus técnicos.

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