Estudante brasileiro estabeleceu parcerias, reuniu informações e criou o serviço de suporte a brasileiros durante o período de estudos na Bolívia
Da Redação
Estudar fora do Brasil é um sonho que faz a cabeça de muitos estudantes, especialmente por causa do aprendizado ou aperfeiçoamento de uma nova língua e a experiência cultural que proporciona. Mas pode ser muito mais do que isso e ainda representar uma economia significativa ao longo de todo o curso, principalmente quando se fala da faculdade de medicina, uma das mais caras do Brasil. Nesse caso, a maior atração para os brasileiros é a Bolívia. Lá o curso é considerado de alto nível, com excelentes profissionais atuando em diversos países e o ingresso na universidade de medicina dispensa o rigoroso exame de vestibular. E ainda dá tempo para se matricular para este semestre até o mês de março.
Uma mensalidade do curso de medicina custa a partir de 260 reais nas melhores universidades. Para o curso inteiro, levando-se em conta gastos com livros, equipamentos e moradia, isso pode representar uma economia de 80% em relação ao preço do Brasil. E esse é um dos principais motivos que leva muitos brasileiros a escolherem a Bolívia. Algumas universidades de lá estão passando pelo processo de acreditação junto ao Mercosul – isso assegura critérios regionais de qualidade de cursos de graduação e as equipara as melhores universidades dos países que fazem parte do Mercosul.
Por experiência própria, o estudante de medicina Esdras Oliveira, que está em sua terceira graduação, aos 42 anos de idade, garante que é perfeitamente possível estudar na Bolívia, mas é preciso estar preparado para que o sonho não se transforme em pesadelo.
É que alguns “espertinhos” resolvem cobrar valores absurdos dos estrangeiros por serviços que custariam bem menos, como o aluguel da casa, a corrida do táxi, a refeição no restaurante. A prática tende a se tornar lucrativa – estima-se que há cerca de 8 mil estudantes brasileiros em Santa Cruz de La Sierra. A grande maioria estuda medicina ou engenharia de petróleo. E para quem já possui graduação na área da saúde, o curso de medicina pode ser reduzido de 6 para 4 anos, mediante convalidação de disciplinas.
Foi pensando nisso que Oliveira agregou à ONG Voz da Vida, que ele já havia criado há alguns anos, o serviço de assessoria para estudantes brasileiros interessados em estudar medicina, odontologia, arquitetura, engenharia de petróleo ou qualquer outro curso superior na Bolívia. O serviço de assessoria inclui: matrícula na universidade, checagem da documentação necessária, recepção no aeroporto e encaminhamento para hotel ou local de hospedagem escolhido pelo estudante, completa assessoria jurídica, acompanhamento na locação de imóvel, seguro de saúde, indicação de taxistas que cobram o preço justo, advogados para possíveis problemas com a polícia ou imigração boliviana, suporte para solução de questões acadêmicas e informações sobre a universidade boliviana que mais facilita a obtenção do CRM para quem deseja exercer a medicina no Brasil.
Com todo esse suporte, a ONG Voz da Vida pretende contribuir para que o período de estudos no exterior seja o mais agradável possível, sem surpresas ou imprevistos, tendo acesso a serviços de confiança que podem evitar traumas e prejuízos.
Toda a facilidade oferecida pela ONG visa proteger o estudante brasileiro na Bolívia e dar segurança aos familiares que ficam no Brasil.
Para ter acesso aos profissionais parceiros e todas as demais informações que a ONG disponibiliza por meio dessa assessoria, o estudante paga uma taxa de associação única e anual, que visa colaborar com os custos da estrutura da ONG e pesquisa de campo.
Site: www.vouprabolivia.com.br E-mail: contato@vouprabolivia.com.br



